quinta-feira, 10 de novembro de 2011

[vídeo] A história por trás do belo design do Lumia 800



Celular da Nokia com Windows phone 7 surpreende em design sem nenhum traço.



A Nokia publicou um “documentário” curto sobre o processo de design usado para criar o belo Nokia Lumia 800. Ele revela bastante sobre… peraí, a Nokia não só colocou o Windows Phone no N9 e pronto?

Não estou reclamando: o Lumia 800 e o N9 são aparelhos com visual incrível, na minha opinião. Ele dá uma sensação muito melhor que aqueles aparelhos de sempre nas mãos e bolsos das pessoas.

No vídeo, você pode ver a paixão que Stefan Pannenbecker, vice-presidente de design industrial na Nokia, tem por design – assim como a própria Nokia. Os detalhes sobre criar um “objeto com cantos levemente arredondados e vidro curvado” e combinar os Live Tiles do Windows Phone com a cor do aparelho se unem em um aparelho que chega ao Brasil no primeiro trimestre do ano que vem, pelo visto.

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terça-feira, 8 de novembro de 2011

HTC Edge: O primeiro Smartphone quad-core



Quem diria que a tcnologia iria avançar tanto. Temos até celular com processadores Quad-core. Doideira!




A HTC não está mesmo para brincadeira. Depois de anunciar o HTC Rezound (fruto de uma parceria com a operadora Verizon), que apresenta especificações excelentes, a empresa deixou vazar algumas imagens sobre um novo aparelho, que promete ser o primeiro smartphone com processador quad-core do mercado.

Isso é possível graças aos novos chips Tegra 3 da NVIDIA, processadores ARM com muito mais potência do que os atuais dual-core utilizados em outros smartphones, como Apple iPhone e Motorola Atrix. Segundo informações do site PocketNow, cada núcleo do processador Tegra 3 poderá trabalhar em clocks de até 1,5 GHz. Confira mais um pouco das especificações que são esperadas para ele:

HTC Edge
* Processador: Tegra 3 quad-core de 1,5 GHz;
* Memória RAM: 1 GB;
* Memória de armazenamento: 32 GB;
* Tela: 4,7 polegadas;
* Resolução: 1280 x 720 pixels;
* Câmera digital integrada: 8 megapixels;
* Bluetooth: 4.0;
* Beats Audio: sim;
* Sistema operacional: Android 4.0 Ice Cream Sandwich.

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A diferença entre as telas Touchscreen: Capacitiva ou Resistiva?



Qual é a melhor tecnologia empregada em telas sensíveis ao toque?


A galera do Tecmundo fez um vídeo mostrando qual a diferença e as semelhanças entre essas duas tecologias de toque.

O vídeo abaixo mostra com detalhes toda a sua eztrutura e explicaremos ainda um pouco mais sobre cada um deles.



Na hora de comprar um smartphone ou um tablet, um dos pontos mais observados pelos consumidores é a tela sensível ao toque. Muitos modelos mais baratos trazem a tecnologia do touchscreen resistivo, que utiliza duas camadas para interpretar os comandos. Telas capacitivas fazem com que os aparelhos fiquem mais caros e estão presentes nos principais produtos. Mas você sabe quais as diferenças entre elas?

Muito além do nome, as duas tecnologias são diferentes em toda a estrutura. Desde as camadas que compõem os comandos até o tempo de resposta oferecido.

Como funcionam as telas?

Existem diferenças básicas no funcionamento desses dois tipos de tecnologia. Telas resistivas são compostas por várias superfícies. Os comandos por dedo ou caneta stylus são realizados na camada externa, que entra em contato com uma membrana flexível de proteção. A terceira camada é a primeira tela, que toca a tela principal e fecha o circuito.


É assim que o comando é enviado ao eletrônico, que vai interpretar cada ponto pressionado como se fosse um clique. Telas resistivas não oferecem suporte para múltiplos toques, pois os circuitos podem entrar em conflito. Para entender melhor esse problema, tente utilizar um computador com dois mouses. O resultado é bem parecido.

Já as telas capacitivas são compostas por uma camada de proteção, uma com os eletrodos transparentes e logo em seguida o substrato de vidro. São os eletrodos que capturam os comandos: a indução elétrica dos dedos faz com que esta camada seja acionada e envie os sinais para os softwares executados.

As diferentes Utilizações

Até poucos anos atrás, era comum vermos pessoas com computadores de bolso e suas canetas stylus para conseguir maior precisão dos comandos. A grande maioria dos dispositivos touchscreen era criada com telas resistivas, que ainda hoje podem ser encontradas em diversos eletrônicos.

É o caso de vários smartphones, tablets e navegadores GPS, geralmente mais econômicos do que os principais modelos do mercado. Isso acontece porque a fabricação de telas capacitivas é mais dispendiosa, fazendo com que os aparelhos custem até 50% mais caro.


Como já dissemos, os principais produtos da atualidade contam com a tecnologia do touchscreen capacitivo. Isso inclui os tablets iPad, Galaxy Tab e Xoom e os smartphones iPhone, Galaxy S II e Atrix.

Vantagens de cada uma

As duas tecnologias possuem algumas vantagens. As resistivas ganham pontos por serem mais econômicas e permitirem que fabricantes menores também consigam oferecer telas sensíveis ao toque para seus consumidores. Existe também uma vantagem que é bastante curiosa.

Em dias muito frios, pessoas que estiverem utilizando luvas não conseguem usar telas capacitivas. Isso acontece porque o que faz os comandos funcionarem é a eletricidade dos dedos, que não estão entrando em contato com o aparelho. Por esse motivo, as telas resistivas acabam sendo mais adequadas em locais de frio intenso.


Por outro lado, as telas capacitivas ganham muitos pontos pela qualidade de imagens e rapidez na resposta dos comandos. Quando os softwares permitem, as telas capacitivas podem ser acionadas em vários pontos diferentes, sem que haja interferência de um ponto sobre outro. É o multitouch.

Outro ponto que é superior nas telas capacitivas é o brilho. As resistivas apresentam muitos problemas referentes ao reflexo, fazendo com que seja difícil utilizá-las em ambientes com luminosidade elevada. Como as capacitivas possuem menos camadas, o brilho delas é mais intenso e garante melhor qualidade nas visualizações.

E qual é a melhor?

Como você pode perceber, as telas capacitivas apresentam uma série de vantagens sobre as resistivas. Mesmo que as segundas sejam mais baratas, em muitos casos é vantajoso gastar um pouco mais de dinheiro para ter acesso a qualidade de imagens e respostas mais precisas.

Em dispositivos que exigem menos precisão, como navegadores GPS, as telas resistivas são aplicadas sem problemas. Raramente são necessários toques múltiplos e, assim, a tela mais econômica acaba sendo suficiente para suprir a demanda dos usuários.

Deixando de lado aplicações e preços, não há como dizer que as telas resistivas são superiores. Permitindo a aplicação de multitouch, maiores resoluções e brilho, menos distorções e, novamente, mais precisão e menor tempo de resposta fazem com que as telas capacitivas sejam as mais recomendadas.



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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Celular mais fino do mundo chegará ao Brasil


O celular mais fino do mundo anunciado a duas semanas chegará ás nossas lonjas dia 16 de dezembro.


O Motorola Razr tem só 7,1mm de espessura, mas o que está dentro dele? Um processador dual-core TI OMAP 4430 de 1,2GHz, 1GB de memória RAM, 16GB de espaço interno – expansível com cartão microSD – e uma bateria (não-removível) de 1800mAh, que parece aguentar até 12,5h de conversa. A câmera de 8MP filma em Full-HD (1080p), e a câmera frontal filma em 720p. E o mais interessante: todas as partes do smartphone – até mesmo os chips internos – foram cobertos com material resistente à água, trazendo nosso sonho de gadgets à prova d’água bem mais perto da realidade.


Quem já usou o aparelho, que roda Android 2.3 Gingerbread com promessa de atualização pro Ice Cream Sandwich, aprovou a tela Super AMOLED de 4,3 polegadas, a primeira S-AMOLED com resolução 960×540 do mercado, mas não gostaram do excesso de marcas de dedos na tela. O aparelho é leve, dá sensação de resistência, e mostra ter uma performance impressionante.

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Celular Android com dois Chip tem tela capacitiva e 3G



Celular Android com dois chips não é mais novidade, mas com 3G e uma tela capacitiva, isso sim é novidade.


Por R$650, o LG Optimus Net Dual Chip, codinome P698, parece ser apenas uma versão dual-chip do Optimus Net P690, que tem processador de 800MHz, chip gráfico Adreno 200 e 512MB de RAM, além da tela de 3,2 polegadas e resolução 320×480.


O Optimus Net Dual Chip tem 3G, Wi-Fi, A-GPS, câmera de 3,2MP sem flash e apenas 150MB de memória interna, felizmente expansíveis com cartão de memória de até 32GB. (O aparelho vem com microSD de 2GB.) O Android 2.3 no aparelho foi levemente customizado, como é de costume da LG, mas nada que lembre o MotoBlur ou TouchWiz da Samsung.

Qual a diferença entre este aparelho e o conhecido LG Optimus One? Basicamente, um processador mais rápido – o Optimus One tem processador de 600MHz – e um chip de celular a mais. O restante (tela, RAM, câmera, bateria etc.) é igual. Você pode até atualizar o Optimus One do Froyo para o Gingerbread. Por R$450, o Optimus One é mais barato que o lançamento Optimus Net Dual Chip. Mas entre os Androids com dois chips, você prefere o ZTE V821 a R$400 ou o LG a R$650?

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Novos Tablets da Motorola: Xoom 2 e Xoom Media Edition



Novos Tablets são apresentados oficialmente ontem pela Motorola. Mas é incrível que um deles é menor e seria voltado "especialmente" para a Mídia, mas de que forma?




Ambos os tablets são bem semelhantes: processador dual-core de 1,2GHz, 1GB de RAM, 16GB internos (sem entrada para cartão microSD), Android 3.2 Honeycomb, telas com painel IPS e Gorilla Glass, e duas câmeras (traseira de 5MP, frontal de 1.3MP). Mas há pequenas diferenças: o Xoom 2 tem tela mais brilhante que o Xoom original, e pesa 100g a menos. A duração de bateria prometida é de 10h para reprodução de vídeo.


O Xoom Media Edition, por sua vez, tem ângulo de visão maior (178 graus), então várias pessoas podem ver o mesmo filme na tela de 8,2″ (divirta-se com isso), e a performance gráfica deve ser 20% melhor que no Xoom original. Se você o colocar no dock multimídia HD, ele pode ser conectado a uma TV ou a alto-falantes para tirar mais mídia do Media Edition.


Os dois tablets foram anunciados para o Reino Unido e Irlanda, e devem chegar em novembro. O Xoom 2 custará £380 (~R$1.000) e o Media Edition sai a £330 (~R$900). A Motorola ainda não fala em disponibilidade para os EUA, nem para o Brasil.

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HP anuncia novo Tablet sem WebOS e sim com Windows



Depois da saída do ex CEO, a HP parece estar mudando de foco em questão de seu sistema operacional móvel.





A HP passou por tempos turbulentos em 2011, e um dos exemplos mais cristalino dos problemas foi sua relação com a Palm  e o webOS: a empresa lançou um smartphone e um tablet após a compra da empresa, e eliminou ambos em um curtíssimo espaço de tempo. E lá se foi o TouchPad. Por quê? Provavelmente porque a HP quer buscar outro público no mundo dos tablets — o lado mais empresarial, que quer muito um Windows rodando na máquina. Por isso o Slate renasce das cinzas, agora em sua segunda versão.

Por fora, o Slate 2 continua bem parecido com sua primeira encarnação — leia-se: design extremamente simples, pouco empolgante e tela de 8,9 polegadas — e ainda roda uma versão do Windows 7. As diferenças ficam em componentes internos. Agora o Slate tem processador Atom Oak Trail Z670, da Intel e um drive mSATA de 64GB. E ele ainda ganhou, na parte do software, um bem-vindo Swype. Nas palavras do pessoal do The Verge, a atualização é “bem, bem pequena”.

Eles também fizeram um vídeo do novo Slate, e há uma série de lags estranhos e que não agradariam a maioria dos usuários. Mas é preciso pensar que o Slate 2 é apenas a preparação de um terreno: ao deixar o webOS de lado e apostar em uma nova versão do Slate, a HP deixa claro que aguarda ansiosamente a chegada do Windows 8. Por enquanto, o Slate 2 será vendido por nada humildes US$699. Alguém encara?



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